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WIKO ensina como ajudar as crianças relativamente ao bullying online e offline no regresso às aulas

WIKO ensina como ajudar as crianças relativamente ao bullying online e offline no regresso às aulas
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Quase 50% dos jovens já foi vítima de bullying online e offline
WIKO ensina como ajudar as crianças relativamente ao bullying online e offline neste período de regresso às aulas

WIKO ensina como ajudar as crianças relativamente ao bullying online e offline no regresso às aulas

Ensinar as crianças sobre o respeito e falar com elas abertamente são alguns dos conselhos que a WIKO dá aos pais que temem pelos filhos que mudam de escola neste ano.

O regresso às aulas é sempre preocupante. Entre listas de material, a aquisição de manuais escolares ou, até, a aposta em equipamentos tecnológicos para a realização de trabalhos, há sempre outra preocupação que sobressai nos pais, especialmente naqueles cujos filhos mudarão de escola: “irá o meu filho sofrer de bullying”?
A verdade é que 48% dos jovens admitem já terem sido vítimas de bullying online e offline e, desses, 71% admitem ter-se sentido incomodados e perturbados pelas mensagens recebidas ou troca de palavras1. De forma a ajudar os jovens a superar estas situações, a WIKO, empresa europeia de smartphones, traz algumas dicas às quais os pais devem estar atentos.

1. Tenha uma conversa aberta sobre bullying e cyberbullying
As crianças sentem quando os próprios pais também os respeitam e gostam que falem com eles como se fossem adultos. Assim, sente-se com o seu filho e seja claro sobre o que é o bullying e o cyberbullying, e o porquê de serem errados. Desta forma, ao mesmo tempo que os encoraja a falar consigo caso algo esteja errado com eles ou alguém que conhecem, também lhes demonstra que é errado fazê-lo a terceiros.

2. Incentive-os a desconectarem-se
Não há nada de errado em terem redes sociais e passarem algumas horas online ou agarrados ao smartphone – faz parte dos dias de hoje. No entanto, incentive os seus filhos a terem uma vida para lá da internet e a aproveitarem momentos em família e com amigos. Encoraje-os a convidar amigos para irem passar tempo à sua casa, dentro da medida do possível, de forma a oferecer também um descanso e uma forma de fuga de situações menos agradáveis.

3. Ensine-os a confiar nos seus pressentimentos
Certamente já se viu numa posição desconfortável em que não sabia se devia confidenciar com alguém. A resposta é “sim”. Se sente que deve, é porque deve. Tente passar isso aos seus filhos, para que saibam perceber que se ficam desconfortáveis com algo nas aulas, seja offline ou online, podem falar consigo para perceberem se é, ou não, apropriado.

4. Alerte-o para as conversas menos amigáveis
As crianças serão sempre crianças, e por vezes dizem coisas que não devem. No entanto, existe um limite para tudo e com a criação de grupos de turma no Whatsapp, por exemplo, criou-se uma nova via de comunicação potenciando, assim, casos menos felizes. Alerte o seu filho para falar consigo ou com um professor caso perceba que alguém no seu grupo está a receber mensagens menos positivas, com insultos, ou ameaças, e para não participar nessas conversas. É fácil sentirmo-nos entusiasmados atrás de um smartphone, mas deve ensiná-lo de que não é correto ofender os outros por nenhuma via.

5. Ensine-os sobre o autorrespeito e o respeito ao próximo
Conhece a cadeia do grito? Em que uma pessoa grita com outra, que por sua vez grita com outra? Ensine o seu filho a quebrar a cadeia. Ensine-o sobre autorrespeito para que não se deixe perturbar pelo que outras crianças dizem sobre ele, e ensine-o a respeitar os outros para que não se torne ele próprio numa daquelas crianças que gostam de ferir sentimentos.

Considera-se bullying o ato de insultar, humilhar e praticar violência psicológica repetitiva e persistente, provocando intimidação e constrangimento, e o cyberbullying é igual, apenas através de dispositivos móveis. Promova uma relação aberta com os seus filhos e garanta-lhes que podem sempre falar consigo.

1 Segundo dados do estudo da EU Kids Online, 2018, que analisou os hábitos de 2.000 jovens entre os 9 e os 17 anos, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa.
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