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ATLAS analisa mais de 700 ativos imobiliários nos primeiros seis meses

ATLAS analisa mais de 700 ativos imobiliários nos primeiros seis meses

Seis meses depois do lançamento, o ATLAS, plataforma de inteligência territorial desenvolvida pelo Segmento Urbano, já analisou 702 ativos imobiliários, através de uma base de 813 utilizadores. Os primeiros meses de utilização revelam uma procura transversal por parte de profissionais e particulares e mostram também um interesse significativo por terrenos localizados fora dos principais centros urbanos, sendo o principal motivo de utilização a dificuldade em obter informação urbanística de forma rápida, clara e centralizada.

O que são os ativos imobiliários analisados pela plataforma?

Entre os ativos analisados pela plataforma ATLAS encontram-se terrenos que permanecem no mercado sem transação, imóveis em ruína e propriedades com potencial condicionado pela presença de áreas de Reserva Ecológica Nacional (REN) ou Reserva Agrícola Nacional (RAN). A dimensão dos terrenos é igualmente diversificada, variando entre 600 e 400.000 m². Os de maior dimensão são sobretudo analisados por compradores, promotores e mediadores imobiliários, refletindo a utilização do ATLAS em diferentes fases da decisão sobre um ativo.

Lisboa lidera a procura, mas utilização estende-se a todo o território

Os dados dos primeiros seis meses mostram uma procura concentrada nos principais mercados imobiliários, mas também uma utilização relevante em territórios fora dos grandes centros urbanos. Lisboa lidera, com 93 pedidos, seguida de Sintra, com 57, e Cascais, com 51. Os três municípios representam, em conjunto, cerca de 29% do total de pedidos. Seguem-se Loures (24), Porto e Beja (22 cada), Oeiras e Matosinhos (21 cada), Montijo (17) e Setúbal (15).

A utilização em territórios fora dos grandes centros urbanos é também significativa. Aljezur registou 14 pedidos, seguido de Moita, com 13, e Leiria, Sesimbra e Almada, com 10 cada. Mafra e Lagos registaram 9 pedidos cada, enquanto Vila Nova de Gaia e Coimbra tiveram 8 e Lagoa 6.

Declarações da fundadora do Segmento Urbano

"Os primeiros seis meses permitem-nos perceber que o problema que o ATLAS procura resolver é transversal ao território. Naturalmente, Lisboa, Sintra e Cascais apresentam uma procura elevada, mas estamos também a encontrar uma utilização muito interessante em zonas do interior e fora dos grandes centros urbanos. Isto mostra-nos que existe uma necessidade de tornar a informação sobre o território mais acessível, independentemente da localização do ativo", afirma Maria João Correia, arquiteta e fundadora do Segmento Urbano.

Perfil dos utilizadores e adoção do ATLAS

A plataforma conta atualmente com 813 utilizadores, provenientes de diferentes áreas de atividade, incluindo promotores, investidores, mediadores imobiliários, arquitetos, engenheiros, proprietários e particulares. A adoção tem acontecido tanto de forma orgânica como através de parcerias. Até ao momento, o Segmento Urbano estabeleceu parcerias com a Zome e a Realty One, sendo que:

  • 18,7% dos utilizadores chegaram ao ATLAS através de parceiros
  • 81,3% dos utilizadores aderiram de forma orgânica

Portugal continental já integrado na plataforma e novos serviços

Em seis meses, a cobertura territorial da plataforma evoluiu significativamente. No lançamento, o ATLAS disponibilizava relatórios automáticos para dez municípios: Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Setúbal, Lagos, Beja, Alcácer do Sal, Matosinhos e Aljezur. Atualmente, o ATLAS disponibiliza, no visualizador de camadas, informação territorial para todo o território continental português, integrando dados georreferenciados, instrumentos de gestão territorial, condicionantes e enquadramentos urbanísticos provenientes de múltiplas fontes. A plataforma integra agora também o cadastro predial, reforçando a capacidade de análise e o cruzamento de informação sobre cada ativo.

Em simultâneo com estes desenvolvimentos, o Segmento Urbano lança o ATLAS Radar, um novo serviço de monitorização contínua do território disponível por subscrição. O ATLAS Radar identifica e comunica alterações relevantes nos instrumentos de gestão territorial, na legislação urbanística e nos procedimentos administrativos, alimentando também a base de conhecimento do ATLAS. Cada subscritor define o município ou municípios que pretende monitorizar e escolhe a periodicidade das notificações — diária, semanal ou mensal.

Perguntas Frequentes

O que é a plataforma ATLAS?

O ATLAS é uma plataforma de inteligência territorial desenvolvida pelo Segmento Urbano que simplifica a análise de ativos imobiliários, cruzando dados georreferenciados, legislação urbanística, cadastro predial e instrumentos de gestão territorial como PDM, REN e RAN.

Quantos ativos imobiliários já foram analisados pelo ATLAS?

Nos primeiros seis meses após o lançamento, a plataforma ATLAS já analisou 702 ativos imobiliários, contando com uma base de 813 utilizadores em Portugal continental.

O que é o ATLAS Radar?

O ATLAS Radar é um novo serviço de monitorização contínua do território lançado pelo Segmento Urbano, disponível por subscrição, que identifica e comunica alterações relevantes nos instrumentos de gestão territorial, legislação urbanística e procedimentos administrativos.

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