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Hackers começam a "virar-se" para a Internet das Coisas

Os dispositivos conectados têm chamado cada vez mais a atenção dos menos bem intencionados, somando actualmente um total de sete mil amostras de malware.
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Fonte: Sapo

Os dispositivos conectados têm chamado cada vez mais a atenção dos menos bem intencionados, somando actualmente um total de sete mil amostras de malware.

Internet das Coisas

O pior é que metade surgiu em 2017. O facto está a preocupar os especialistas da Kaspersky Lab uma vez que existem mais de seis mil milhões de dispositivos inteligentes a serem utilizados em todo o mundo, deixando a população ainda mais vulnerável a ataques de malware.

A Internet das Coisas é um fenómeno criado com base na conectividade entre si de diversos dispositivos inteligentes que, a cada dia que passa, fazem parte das nossas vidas – smartwatches, smart TVs, routers, câmaras – e que conseguem interagir entre si ou com o que está à sua volta.

Estes equipamentos começaram a chamar a atenção dos hackers por conseguirem, através dos dispositivos, espiar os utilizadores, chantageá-los e até fazer com que os equipamentos se tornem cúmplices para obterem informações privadas.


Os especialistas da Kaspersky Lab criaram um cenário falso, através de redes artificiais que simulam as redes de diferentes dispositivos IoT e, numa questão de segundos, começaram a ser detectados diversos ataques. A maioria dos ataques registados pelos especialistas tinham em vista gravadores digitais de vídeo ou câmaras IP (63%) e 20% foram dirigidos contra dispositivos de rede, incluindo routers, modems DSL, etc.

Os especialistas acreditam que a razão do aumento de ataques deve-se ao facto da fragilidade destes equipamentos, uma vez que funcionam à base de sistemas Linux que permitem a utilização de código malicioso. Muitos dos mais de seis milhões de equipamentos em todo o mundo não usam uma solução de segurança e o seu fabricante, por norma, não desenvolve actualizações de segurança ou novo firmware.

Isto significa que existem milhões de dispositivos potencialmente vulneráveis – ou até dispositivos que já foram atacados sem se saber. Documentos divulgados pelo WikiLeaks há poucos meses indicavam que a CIA recorria a este tipo de ataques para se aproveitar das capacidades de diversos equipamentos, como as smartTVs, para recolher informação não autorizada.

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