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Volta discussão mundial sobre futuro do trabalho

Congresso Internacional Labour 2030. 19 e 20 de setembro, na Alfândega do Porto
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Portugal volta a receber congresso sobre futuro do trabalho e esperam-se os maiores especialistas de laboral do mundo no Porto



labour 2030

Já tem data marcada a segunda edição do Congresso Internacional Labour 2030. É nos dias 19 e 20 de setembro, na Alfândega do Porto, e vai debater temas que se tornaram motivadores das alterações ocorridas no direito laboral na era da inteligência artificial. Mais de uma centena de oradores, oriundos de mais de 20 países, vão trocar experiências e saberes no Labour 2030 - Work Innovation, Are You Ready? The Future Digital. And it’s On! 

As entidades organizadoras, a Law Academy, em parceria com a Sociedade de Advogados Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão & Associados, Associação de Jovens Juslaboralistas, a Cielo Laboral – Comunidad para la Investigación y el Estudio Laboral y Ocupacional,  a Apodit – Associação Portuguesa de Direito do Trabalho e o IPOJUR – Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas em Ciências Políticas e Jurídicas procuram aglomerar os tópicos que mais suscitam dúvidas no mercado do trabalho, na era do digital. As inscrições estão disponíveis em www.labour2030.eu e permitem a participação em todas as sessões do congresso.

Para a organização do congresso, a digitalização do trabalho pode colocar em risco as conquistas que levaram ao 1º de maio; quase não há horário de trabalho em função da tarefas; a mudança de paradigma alterou-se. Há uma nova geração que olha para o trabalho com outra perspetiva o que traz riscos para as próprias empresas e organização social. Novas gerações e os robots colocam novos paradigmas. Hoje os trabalhadores estão menos protegidos. Cada vez mais a sociedade está mais fragmentada. Não se reveem nos partidos, nos sindicatos e não se unem por “lutas” comuns. Como se abriu um mundo novo ao mercado laboral, as escolhas hoje são feitas conforme  melhor se encaixarem nas suas opções de vida pessoais, adianta Eduardo Castro Marques, advogado de laboral.

O painel de oradores principais já está fechado. De vários pontos do mundo chegam os nomes de Catherine Barnard (Universidade Cambrige), Pascal Lokiec (Universidade de Paris Panthéon-Sorbonne), Guy Davidov (Universidade Hebraica de Jerusalém), Matthew Finkin (Universidade de Ilinois, EUA), Lourdes Mella Méndez (Universidade de Santiago de Compostela), Philippe Pochet (European Trade Union Institute), Rüdiger Krause (Universidade de Gottingen), Frank Hendrickx (Universidade Católica de Leuven, Bélgica) e Denis Pennel (World Employment Confederation). De Portugal, os principais temas vão ser orientados por José João Abrantes (Universidade Nova de Lisboa), Catarina Carvalho (Universidade Católica Portuguesa), Maria Rosário Palma Ramalho (Universidade de Lisboa), Teresa Coelho Moreira (Universidade do Minho) e Maria Regina Redinha (Universidade do Porto).

O Comité Científico Internacional é constituído por Maria Rosário Palma Ramalho (docente na Universidade de Lisboa), Yolanda Valdeolivas García (secretária de estado do Emprego e docente na Universidade Autónoma de Madrid, Achim Seifert (docente na Universidade de Jena, Alemanha),  José Luis Gil y Gil (docente na Universidade de Alcalá de Henares, Madrid), Ellen MacEachen (Professora associada da Universidade de Waterloo, Canadá), Rafael Encinas de Munagorri (docente na Universidade de Nantes) e María Luz Veja (Organização Internacional do Trabalho, coordenadora da ação, Future of Work Initiative ILO).

O impacto da inteligência artificial, a robotização do trabalho; as relações industriais e o impacto no meio ambiente; a mobilidade de trabalhadores; a proteção de dados; a geração millenal. São só alguns dos temas em destaque nos dois dias do congresso que tem como grande novidade, este ano, o speed meeting.

“O debate do futuro do trabalho é hoje uma responsabilidade social. A evolução tecnológica, acima de tudo, mas também económica, social, política e ambiental, tem assumido um impacto enorme nas relações de trabalho e a tendência é para ser ainda mais acentuado. Temos todos que nos preparar, empregados e empregadores, para o que o futuro nos traz, de forma a criarmos modelos laborais que se ajustem a novos tempos, promovendo a qualidade de vida no trabalho em simultâneo com a produtividade e as expetativas. Teremos, mais uma vez, connosco, no Porto, os melhores especialistas do mundo na área laboral”, adianta Nuno Cerejeira Namora, especialista em direito do trabalho.
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