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DPDgroup vai investir 200 milhões de euros para tornar 225 cidades europeias mais verdes até 2025

DPDgroup vai investir 200 milhões de euros para tornar 225 cidades europeias mais verdes até 2025
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“Hoje aceleramos o nosso compromisso com o Planeta, com uma ambiciosa redução da nossa pegada ambiental nas cidades europeias. O
DPDgroup vai investir €200 milhões até 2025, contribuindo para uma melhor qualidade de vida em 225 cidades por toda a Europa.”,
Boris Winkelmann, Chairman & CEO da GeoPost / DPDgroup

Até 2025, o compromisso do DPDgroup abrange:
  • 225 cidades verdes inseridas em 20 países, entre as quais as cidades de Lisboa e Porto em Portugal
  • 80 milhões de habitantes com soluções de entregas com baixas emissões 
  • 7.000 veículos de entrega alternativos implementados (elétricos, gás natural, cargo-bikes, etc.)
  • 89% de redução das emissões de carbono e 80% dos poluentes nas cidades abrangidas por esta iniciativa
DPDgroup vai investir 200 milhões de euros para tornar 225 cidades europeias mais verdes até 2025


O DPDgroup anunciou o seu compromisso de entregas alternativas que reduzam as emissões de dióxido de carbono (CO2) em mais de 225 cidades europeias.

"Hoje, estamos a acelerar o nosso compromisso para com o planeta com uma ambiciosa redução da nossa pegada ambiental nas maiores cidades europeias. O DPDgroup vai investir 200 milhões de euros até 2025, contribuindo para uma melhor qualidade de vida nas 225 cidades escolhidas em toda a Europa”, referiu, Boris Winkelmann, Presidente & CEO da GeoPost / DPDgroup.

O transporte urbano de mercadorias é responsável por até 30% das emissões de CO2 nas cidades e 50% de todas as emissões de partículas encontradas em contextos urbanos. De acordo com o Relatório sobre a Qualidade do Ar Europeu da Agência Europeia do Ambiente de 2018, a poluição atmosférica, cuja principal fonte é o tráfego rodoviário, deverá ser responsável por reduzir em 15 meses a esperança média de vida das pessoas que vivem em cidades com mais de 100.000 habitantes. Por estas razões, o DPDgroup escolheu as maiores cidades europeias para começar a implementar estas iniciativas. Um objetivo que depende de um novo modelo de entrega que o DPDgroup tem vindo a experimentar, nos últimos anos, em várias cidades por toda a Europa.

Graças a esta experiência, o DPDgroup repensou a forma como funciona a entrega de mercadorias, implementando micro agências urbanas, bem como soluções alternativas de entrega adequadas. Muitas iniciativas já foram implementadas pelo DPDgroup em cidades como Londres, Hamburgo, Varsóvia e Dublin, e mais recentemente pela Chronopost em Paris, a primeira cidade europeia a ter entregas totalmente realizadas através de soluções com baixas emissões, já desde finais de 2019.

O programa do DPDgroup representa a aceleração de uma ambição pan-europeia que encontra as suas raízes no know-how e na perícia adquiridos nas primeiras cidades onde estas iniciativas foram realizadas, traduzindo-se em mais de 260 milhões de encomendas ou 17% dos volumes do grupo ao longo do tempo.

"Conscientes da nossa responsabilidade para com o planeta e a sua população, pretendemos ser a empresa de entregas mais sustentável da Europa. Embora o DPDgroup tenha responsabilidade nas questões das alterações climáticas, também temos o nosso papel a desempenhar na solução! Com isto em mente, decidimos agir pragmaticamente reduzindo as nossas emissões nas cidades com população mais elevada", explica Boris Winkelmann.

89% de redução nas emissões de CO2 e 80% nos poluentes dentro das cidades abrangidas por estas iniciativas

Até 2025, o DPDgroup reduzirá a sua pegada de carbono nas cidades visadas, diminuindo as suas emissões de CO2 em 89% e os poluentes em 80% em relação a 2020.

"O nosso objetivo a longo prazo é desenvolver este primeiro plano ambicioso de implantação de soluções de baixas e zero emissões nas 225 maiores cidades da Europa, a fim de nos tornarmos totalmente livres de CO2 nas nossas atividades nos próximos 20 anos", adiantou Boris Winkelmann.

7.000 novos veículos alternativos e 80 novas micro agências urbanas

Para atingir o objetivo de ajudar 225 cidades a tornarem-se mais verdes, o DPDgroup irá instalar 7.000 novos veículos alternativos, 3.600 pontos de carregamento e 80 novas micro agências urbanas. Estas iniciativas representam um investimento de 200 milhões de euros, no total, até 2025.

As novas frotas alternativas serão compostas por vários tipos de veículos, dependendo do centro da cidade (tamanho das ruas, por exemplo), das necessidades de entrega e das restrições regulamentares. Veículos elétricos (MAN eTGE, Volkswagen eCrafter, Nissan eNV-200, etc.), pequenos veículos elétricos (Tripl, Paxter, etc.) e veículos a gás natural vão ser inseridos na frota, juntamente, com bicicletas e cargo-bikes, meios pedonais e carrinhos.

O lançamento de 80 novas micro agências urbanas ajudará a otimizar ainda mais os processos de entrega, a adaptação das operações locais e a proximidade ao cliente. Estas vão ser criadas nos principais centros urbanos, tais como Basileia, Barcelona, Berlim, Budapeste, Munique, Marselha, Praga, Varsóvia e, como já referido, Lisboa e Porto, complementando assim a atual rede de 130 micro agências urbanas em cidades como Dublin, Londres, Madrid, Paris e Roterdão.

Objetivo a longo prazo do Grupo DPD: atuar para uma entrega verde


Desde 2012, o DPDgroup tem estado empenhado na entrega responsável através do seu programa de Responsabilidade Social Empresarial DrivingChangeTM inerente à sua identidade e ações. De uma perspetiva ambiental, o DPDgroup tem executado várias iniciativas tendo em mente os seus vários intervenientes.

"Atuar em prol de uma entrega ecológica tem sido uma ambição de longa data para o Grupo DPD. Estamos a diminuir ativamente a nossa pegada de carbono com soluções de "green delivery" que teremos implantado em 225 cidades europeias, até 2025. O objetivo é ser o parceiro de escolha dos clientes e das autoridades municipais, ajudando-os nos seus programas de desenvolvimento sustentável e trabalhando em conjunto por um planeta melhor, porque todos partilhamos a mesma morada", concluiu Boris Winkelmann.
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