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PORTUGAL É DOS PAÍSES DA EUROPA COM MAIORES INVESTIMENTOS EM OPEN BANKING

PORTUGAL É DOS PAÍSES DA EUROPA COM MAIORES INVESTIMENTOS EM OPEN BANKING
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PORTUGAL É DOS PAÍSES DA EUROPA COM MAIORES INVESTIMENTOS EM OPEN BANKING COM 70% DOS INQUIRIDOS A REVELAREM INVESTIMENTOS SUPERIORES A €100 MILHÕES

Novo estudo da Tink revela que instituições financeiras europeias estão a apostar fortemente em open banking e mostram um crescimento acentuados nos investimento enquanto antecipam fortes retornos:
  • O investimento médio europeu em open banking situa-se entre os €50-€100 milhões.
  • 62,8% das instituições financeiras europeias afirmam que o investimento aumentou em relação ao ano passado (em Portugal, o investimento aumentou 70%).
  • Instituições financeiras preveem o retorno num período de aproximadamente quatro anos
  • Há barreiras que persistem - com de sistemas de TI ultrapassados, restrições regulatórias e uma falta de sentido de urgência a atrasarem os investimentos.

Um novo estudo divulgado hoje pela Tink, plataforma de open banking, revela que as instituições financeiras estão a aumentar os seus investimentos em open banking à medida que a mentalidade do setor passa de preocupação com compliance para a captura das oportunidades de criação de valor.

De acordo com os dados, os orçamentos médios de investimento em open banking das instituições financeiras europeias estão tipicamente entre os 50 a 100 milhões de euros, sendo que os investimentos superiores a 100 milhões de euros pertencem a quase metade (45%) das instituições financeiras entrevistadas no estudo. No caso de Portugal, 70% dos inquiridos revelaram investimentos superiores a €100 milhões e 20% entre €1 e €50 milhões.

PORTUGAL É DOS PAÍSES DA EUROPA COM MAIORES INVESTIMENTOS EM OPEN BANKING
Legenda: Investimento em open banking por país

Dois terços das instituições financeiras (63%) afirmam que os orçamentos em open banking cresceram desde o ano passado, com um aumento anual de investimento entre os 20% e 29%. Apenas 10% das instituições abrandaram os seus investimentos nesta área. (Em Portugal 70% dos entrevistados revelaram que estes investimento cresceram 70% face a 2019).

Os benefícios e as barreiras ao investimento em open banking

A oportunidade de melhorar a experiência do cliente foi o maior catalisador destes investimentos em open banking - 44% das instituições financeiras inquiridas. (Em Portugal, este valor sobe para os 55% que apontam a experiência do cliente como o principal driver de mudança). Depois, surgem outros fatores, tais como, a modernização de TI (39%) e a otimização de processos (34%).

No entanto, há barreiras que persistem - Um em cada três entrevistados (33%) aponta para os sistemas de TI antiquados como sendo o principal inibidor de investimento. Por outro lado, 32% mencionaram outras prioridades de negócios mais importantes como a fonte de bloqueio do investimentos e 31% acreditam que as restrições regulatórias sufocam o investimento. (Em Portugal, a falta de sentido de urgência foi apontado como o principal entrave aos investimentos (65%))

Retorno do investimento: a recompensa do open banking

As instituições financeiras estão otimistas em relação ao ROI do open banking. 50% das instituições inquiridas projetam retorno num período de menos de quatro anos e mais de dois terços (69%) esperam que os benefícios superem os custos em menos de cinco anos. Apenas 1% das instituições considerou que não houve qualquer retorno. (Em Portugal, 60% das instituições financeiras esperam retornos num período até 4 anos).

As instituições financeiras reconhecem claramente a enorme oportunidade comercial que o open banking oferece no curto prazo. O crescimento das receitas de novos clientes emergiu como a métrica de sucesso mais importante para os investimentos em open banking - 44% dos entrevistados. (Em Portugal, este valor sobe para os 55%). Seguindo-se o crescimento das receitas com novos produtos e serviços (39%) e a monetização da informação ao oferecer serviços de programação ou APIs (37%).

De acordo com Beatriz Gimenez, Country Manager da Tink para Portugal e Espanha:"A dimensão destes investimentos prova que o open banking mudou completamente do desafio de compliance para se tornar numa oportunidade comercial na mente das instituições financeiras. O open banking não só se tornou numa parte integrante da transformação digital das instituições financeiras e que foi incorporada em todas as partes da organização - como também surgiu como um fator-chave do crescimento das receitas e um importante diferenciador no que diz respeito ao envolvimento e à experiência do cliente. Hoje, à medida que lidamos com as novas realidades sociais e económicas decorrentes da Covid-19, é vital que as instituições financeiras continuem a dar prioridade ao desenvolvimento de utilizações inovadoras do open banking que ofereçam suporte aos seus clientes através de novas formas e disponibilizem serviços financeiros sem atritos através dos canais digitais".

Maria João Borges Carioca Rodrigues, Membro do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), acrescenta: “Quando se fala de open banking, o lema a que costumo recorrer é: o que quer que seja e independentemente do local e de como. O open banking tem o potencial de mudar muito do que fazemos. Ele flui por entre as nossas plataformas e é algo central para a próxima geração de serviços financeiros. Para a CGD, o open banking é parte do nosso programa global de transformação digital e tira partido do nosso programa de transformação tecnológica destinado a substituir muitos dos sistemas anteriores a que os bancos estão habitualmente associados”
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