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Building The Future reúne 15 mil participantes e prepara o país para nova revolução digital

Building The Future reúne 15 mil participantes e prepara o país para nova revolução digital
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Após duas edições em transmissão livestreaming, o Building The Future regressou às origens. Durante dois dias, o Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, recebeu o principal evento português de transformação digital, patrocinado pela Microsoft e organizado pela imatch.
Esta 5.ª edição, que foi, pela primeira vez, de acesso online gratuito, contou com 15 mil participantes, 20 mil visualizações de sessões, mais de 130 oradores em mais de 75 sessões, 38 patrocinadores, 32 parceiros, 20 startups e duas mil conexões na app, que geraram mais de 800 reuniões, tudo isto organizado por uma equipa de mais de 220 pessoas.

Em dois dias, a “Teoria do Caos” foi o mote para discussão dos desafios pós-pandemia, inflação, ameaças de recessão económica, guerra e crises energética e climática, bem como reflexão de cenários de oportunidade entre sessões inspiracionais, técnicas, workshops temáticos e painéis de debate.

O segundo dia abriu com Mário Campolargo, Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, que destacou que “a nossa sociedade é hoje, em grande medida, uma sociedade digital, onde os sistemas informáticos e a informação ocupam um lugar central nas nossas vidas”.

Na parte da manhã, subiram ao palco do Building The Future uma série de especialistas de renome internacional nas áreas de Inteligência Artificial, observação espacial, programação neurolinguística, incluindo David Carmona (Microsoft), Ricardo Conde (Agência Espacial Portuguesa) e Marcia Narine Weldon (University of Miami School of Law). Nas silent conferences, decorreram ainda sessões técnicas dedicadas às tecnologias de Low Code e Cybersecurity.

Na sessão “The economics of cybercrime: threats and challenges”, debateu-se a evolução do cibercrime, numa altura em que os ciberataques estão a aumentar em volume, velocidade e sofisticação. Só entre julho de 2021 e junho de 2022, a unidade de Digital Crimes da Microsoft bloqueou 531 mil URLs únicos de phishing, que levaram ao encerramento de mais de 1.400 contas de e-mail maliciosas utilizadas para recolher credenciais roubadas, bem como 2,75 milhões de registos de sites.

Nos últimos seis meses de 2022, a Microsoft lançou mais de 300 inovações de produtos de segurança. A tecnológica processa 65 triliões de sinais por dia, quase oito vezes mais do que os 8 triliões de sinais diários capturados em dois anos, e trabalha com mais de 15 mil parceiros no desenvolvimento de soluções de segurança.

Adicionalmente às sessões sobre Data e Customer Experience, a parte da tarde destacou temas como a aplicação de Gaming nas Indústrias, inovação nas plataformas de low-code, digitalização da economia circular, com a participação de Miguel Vicente e Charles Lamanna (Microsoft) e Robin Teigland (Chalmers University of Technology).

Num segundo dia marcado pela reflexão e troca de experiências de inovação, o “Startup World” reuniu 20 oradores do ecossistema de empreendedorismo que debateram, entre outros temas, as principais preocupações das startups no atual contexto macroeconómico, expetativas de investimento e como os players olham para a evolução da indústria financeira.

Face ao cenário de mudança global, Cindy Rose, Presidente da Microsoft Western Europe, encerrou o evento a reforçar a importância do investimento nas tecnologias digitais: "É mais importante do que nunca que as empresas continuem a investir na inovação para saírem destes períodos conturbados mais fortes”, acrescentando que “em 2023, continuaremos a ver as organizações a acelerarem a utilização de Inteligência Artificial, machine learning, automatização de processos robóticos e outras tecnologias Cloud."
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